terça-feira, 30 de abril de 2013

Caravana da JMJ - Rio 2013 da Paróquia de Itaú participam de Encontro de Lazer e Interação



A caravana da Paróquia de Itaú que irá para Jornada Mundial da Juventude nos dias 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro, participou nesse final de semana do Encontro de Lazer e Interação dos Peregrinos no sítio Pedra Branca - Severiano Melo/RN.

O encontro começou na noite do sábado (27) com a celebração da Santa Missa na Igreja de Nossa Senhora das Graças em Severiano Melo que logo em seguida um micro-ônibus levou os peregrinos para Sítio Pedra Branca,  onde a diversão tomou conta da juventude com banho de piscina, jogo de vólei  oração e muito mais.

E a nossa representante do setor de juventude: Lidiane Morais esteve auxiliando no evento.












segunda-feira, 29 de abril de 2013

Papa Francisco aos jovens: "Arrisquem a vida por grandes ideais"



Neste domingo, 28 de abril, Papa Francisco presidiu uma missa na qual crismou 44 jovens dos cinco continentes. A celebração se insere na programação organizada pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização no âmbito do Ano da Fé. O forte sol e calor desta manhã de primavera contribuíram e a Praça São Pedro ficou tomada por 100 mil fiéis, em grande maioria, jovens.
 
Na homilia, o Papa propôs à reflexão três pensamentos, simples e breves, inspirados nas leituras do dia.
papa28.04.2013O primeiro partiu da visão de São João da ação do Espírito Santo, que ao trazer-nos a novidade de Deus, vem a nós e faz novas todas as coisas: transforma-nos e através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos. Prosseguindo, Francisco exortou:
“Abramos-Lhe a porta, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a ação contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus. Como seria belo se cada um de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: Hoje na escola, em casa, no trabalho, guiado por Deus, realizei um gesto de amor por um colega meu, pelos meus pais, por um idoso”.
A novidade de Deus, disse, “não é como as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuramos outras sem cessar. A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje”.
O segundo pensamento se inspirou na Primeira Leitura, quando Paulo e Barnabé afirmam que “temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus”.
“O caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis”, disse, advertindo que “seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme nossas zonas sombrias, nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos pecados é um caminho que encontra obstáculos fora de nós, no mundo onde vivemos e que muitas vezes não nos compreende”.
“Mas as dificuldades e tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus” - concluiu.
No último ponto, Francisco convidou todos, especialmente os crismandos e crismandas, a permanecerem firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor:
“Este é o segredo do nosso caminho. Ele nos dá coragem para ir contra a corrente: faz bem ao coração, mas é preciso coragem!”. O Papa ressalvou que isto é verdade principalmente quando nos sentimos pobres, fracos ou pecadores, porque Deus proporciona força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão ao nosso pecado.
Francisco terminou a homilia usando a mesma expressão de Papa Wojtyla, em 1978:
“Abramos – escancaremos - a porta da nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o Senhor, o nosso permanecer firmes Nele: aqui está a verdadeira alegria”.
Dirigindo-se ainda aos jovens, acrescentou: “Joguem a vida por grandes ideais. Apostem em grandes ideais, em coisas grandes; não fomos escolhidos pelo Senhor para ‘coisinhas pequenas’, mas para coisas grandes!”.
Após a homilia, os jovens se aproximaram do Pontífice para o rito da Confirmação. O brasileiro Victor Chaves Costa Lima, de 16 anos, foi um dos que nesta cerimônia, expressaram a sua plena e livre decisão de aderir à fé batismal.

Cientistas afirmam que o Santo Sudário cada vez mais “desafia a inteligência humana”



O Diretor do Centro Internacional de Sindonología de Turim, Bruno Barberis, assinala que depois de rigorosas investigações e experimentos a ciência não consegue compreender a natureza do Santo Sudário.
O Santo Sudário, também conhecido como a Síndone, é o pano de linho que envolveu o corpo de Jesus Cristo após a sua crucificação. O manto tem o rosto impresso e o corpo maltratados de um homem que coincide com a descrição de sua paixão.
Barberis assinalou em uma entrevista concedida ao Grupo ACI que para ele, a Síndone “é realmente um desafio para a inteligência humana”.
“É um dos objetos mais interessantes do mundo, porque obtivemos grandes avanços, mas frente a um simples manto e à formação de uma imagem, somos incapazes de compreender”, acrescentou.
Os cientistas conseguiram viajar a outros planetas e inclusive clonar seres vivos, mas para eles, o Santo Sudário continua sendo um mistério, e no momento, somente a Igreja e sua história têm a resposta.
Segundo a história da Igreja, os primeiros cristãos levaram consigo o manto para preservá-lo da perseguição. Desde Jerusalém e ao longo dos séculos, atravessaram Edesa, Constantinopla, Atenas, Lirey, Chambery e finalmente, chegaram a Turim, onde hoje em dia, foi objeto de numerosas investigações, e onde encontraram que este percurso descrito pela história da Igreja, coincide com a procedência dos 57 tipos de pólen que aparecem incrustados no tecido.
Está claro que um corpo normal não pode deixar uma imagem deste tipo em um pano, e foram feitas muitas hipóteses com o fim de conseguir a formação de uma imagem do mesmo tipo. Se fizeram muitos experimentos que tentaram reconstruir esta imagem com as mesmas características de formação, mas nenhum deles foi capaz de obter uma imagem com as mesmas características da Síndone”, explica Barberis.
As provas com Carbono 14 (C-14) não são válidas
Durante sua permanência na França, no ano 1632, o manto foi recuperado de um incêndio na França. Isto não permite aos cientistas de hoje em dia datar com segurança sua origem, já que as mudanças químicas que se produzem em uma reação química como a combustão, falseiam os resultados da prova de datação com Rádio C-14.
“O problema da prova de datação do Rádio Carbono é que pode receber poluição biológica e química, e por exemplo um incêndio, pode aumentar a idade de um tecido em vários séculos, portanto, esta prova fica descartada na hora de encontrar sua idade real”.
Estudos em mantos do primeiro século expostos às mesmas condições físicas e químicas que sofreu o Sudário, demonstraram que depois da prova de C-14, variavam sua datação em diversos séculos, além disso, com resultados muito próximos aos provados no Santo Sudário, cuja datação a situariam no décimo quarto século depois de Cristo.
Em base a isto, dar uma explicação científica é o “mais difícil para nós”, refere Barberis.
“Não sei se no futuro se conseguirá dar, mas no momento, as investigações físicas e químicas não podem imaginar sequer a formação de construir de maneira real uma imagem com as mesmas características”.
“Não somos capazes de reproduzi-la”, conclui o perito.
Barberis deu estas declarações no marco do Congresso “Síndone e Fé, um diálogo possível?”, realizado na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma no último dia 17 de abril, no que também participaram entre outros o Arcipreste para a Basílica de São Pedro do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri; e o Presidente para a Comissão Diocesana da Síndone em Turim, Dom Giuseppe Ghilberti

Senado da Colômbia rechaça “matrimônio” gay.


ACI


Com 51 votos contra e 17 a favor, o Senado da Colômbia rechaçou nesta quarta-feira o projeto de lei de matrimônio igualitário que buscava legalizar as uniões homossexuais no país.
Este projeto foi apresentado pelo senador Armando Benedetti do Partido Social de Unidade Nacional ou Partido de la U, em agosto de 2011, e precisava de 50 votos dos 98 que há na Câmara para ser aprovado.
Entretanto, após ser adiado na terça-feira, os senadores abordaram este tema ontem quarta-feira e depois de horas de debate decidiram rechaçá-lo.
Esta decisão ocorreu enquanto partidários das uniões gay e defensores da família se manifestavam do lado de fora do Parlamento.
Horas antes, o Presidente da Conferência Episcopal Colombiana (CEC), Cardeal Rubén Salazar, tinha pedido aos senadores acolher os argumentos da Igreja e proteger o verdadeiro matrimônio entre homem e mulher.
“Nós como Igreja já expomos claramente o sentido que tem o matrimônio e como o fato de equipará-lo ao homossexual afeta a construção mesma da sociedade”, expressou o Cardeal em declarações ao grupo ACI.
O Cardeal reiterou que a Igreja favorece “a família como a união permanente santificada pelo Sacramento do matrimônio entre um homem e uma mulher, que ofereça a possibilidade de que as crianças cresçam em um ambiente de segurança afetiva e que lhes permita pouco a pouco ir crescendo e incorporar-se à plena vida já como adultos”.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A Palavra de Deus para hoje...

'' Quem tenho eu no céu senão a ti? ''

São Pascásio

26 de Abril



Pascásio Radbert foi personagem considerável no seu tempo. Os historiadores da Teologia continuam a mencionar a teoria que ele imaginou para "esclarecer" o mistério da presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. Como diplomata, viajou muito entre 822 e 834, para solucionar questões da Igreja e tentar apaziguar os conflitos que punham em campo os sucessores de Carlos Magno.

Era um enjeitado exposto no pórtico de Nossa Senhora de Soissons no fim do século VIII. A abadessa Teodarda, prima direita de Carlos Magno, recolheu-o e educou-o da melhor maneira que pôde. Sempre ele se referiu à sua mãe adotiva com reconhecimento e veneração; apesar disso, deixou-a algum tempo para se lançar em aventuras. 

Converteu-se aos 22 anos, e foi então Adelardo, irmão de Teodarda, abade de Corbie, que o recebeu entre os seus monges. Veio a ser um célebre professor, que deu celebridade às escolas de Corbie. 

Em 844, os seus colegas de elegeram-no como abade mas, sete anos mais tarde, fizeram uma espécie de revolução que o obrigou a refugiar-se noutra abadia. Não se afligiu. Nascera para ser escritor, e tinha várias obras em preparação: "Que felicidade, dizia, ser lançado nos braços da filosofia e da sabedoria, e poder de novo beber no meu outono o leite das Sagradas Escrituras, que alimentou a minha juventude!" 

Mas afinal os monges de Corbie acabaram por o chamar; voltou a viver com eles como simples religioso, edificando-os com os exemplos e continuando a escrever. Aí morreu a 26 de abril de 865.

São Pascásio, rogai por nós!

quinta-feira, 25 de abril de 2013


Cientistas afirmam que o Santo Sudário cada vez mais “desafia a inteligência humana”

O Diretor do Centro Internacional de Sindonología de Turim, Bruno Barberis, assinala que depois de rigorosas investigações e experimentos a ciência não consegue compreender a natureza do Santo Sudário.
O Santo Sudário, também conhecido como a Síndone, é o pano de linho que envolveu o corpo de Jesus Cristo após a sua crucificação. O manto tem o rosto impresso e o corpo maltratados de um homem que coincide com a descrição de sua paixão.
Barberis assinalou em uma entrevista concedida ao Grupo ACI que para ele, a Síndone “é realmente um desafio para a inteligência humana”.
“É um dos objetos mais interessantes do mundo, porque obtivemos grandes avanços, mas frente a um simples manto e à formação de uma imagem, somos incapazes de compreender”, acrescentou.
Os cientistas conseguiram viajar a outros planetas e inclusive clonar seres vivos, mas para eles, o Santo Sudário continua sendo um mistério, e no momento, somente a Igreja e sua história têm a resposta.
Segundo a história da Igreja, os primeiros cristãos levaram consigo o manto para preservá-lo da perseguição. Desde Jerusalém e ao longo dos séculos, atravessaram Edesa, Constantinopla, Atenas, Lirey, Chambery e finalmente, chegaram a Turim, onde hoje em dia, foi objeto de numerosas investigações, e onde encontraram que este percurso descrito pela história da Igreja, coincide com a procedência dos 57 tipos de pólen que aparecem incrustados no tecido.
Está claro que um corpo normal não pode deixar uma imagem deste tipo em um pano, e foram feitas muitas hipóteses com o fim de conseguir a formação de uma imagem do mesmo tipo. Se fizeram muitos experimentos que tentaram reconstruir esta imagem com as mesmas características de formação, mas nenhum deles foi capaz de obter uma imagem com as mesmas características da Síndone”, explica Barberis.
As provas com Carbono 14 (C-14) não são válidas
Durante sua permanência na França, no ano 1632, o manto foi recuperado de um incêndio na França. Isto não permite aos cientistas de hoje em dia datar com segurança sua origem, já que as mudanças químicas que se produzem em uma reação química como a combustão, falseiam os resultados da prova de datação com Rádio C-14.
“O problema da prova de datação do Rádio Carbono é que pode receber poluição biológica e química, e por exemplo um incêndio, pode aumentar a idade de um tecido em vários séculos, portanto, esta prova fica descartada na hora de encontrar sua idade real”.
Estudos em mantos do primeiro século expostos às mesmas condições físicas e químicas que sofreu o Sudário, demonstraram que depois da prova de C-14, variavam sua datação em diversos séculos, além disso, com resultados muito próximos aos provados no Santo Sudário, cuja datação a situariam no décimo quarto século depois de Cristo.
Em base a isto, dar uma explicação científica é o “mais difícil para nós”, refere Barberis.
“Não sei se no futuro se conseguirá dar, mas no momento, as investigações físicas e químicas não podem imaginar sequer a formação de construir de maneira real uma imagem com as mesmas características”.
“Não somos capazes de reproduzi-la”, conclui o perito.
Barberis deu estas declarações no marco do Congresso “Síndone e Fé, um diálogo possível?”, realizado na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma no último dia 17 de abril, no que também participaram entre outros o Arcipreste para a Basílica de São Pedro do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri; e o Presidente para a Comissão Diocesana da Síndone em Turim, Dom Giuseppe Ghilberti.

Fonte: Blog da Carmadélio

Papa Francisco explica significado da Ressurreição de Jesus para nossas vidas

O Santo Padre destacou que a fé cristã se fundamenta na morte e ressurreição de Cristo, assim como uma casa está apoiada sobre os alicerces: se estes cedem, a casa toda desaba.

Francisco explicou que, como o apóstolo Pedro disse, no início de sua primeira carta (cf. I Pd 1, 3-4), a ressurreição de Jesus é algo novo. “Somos libertos da escravidão do pecado e nos tornamos filhos de Deus, gerados a uma nova vida”. E isso acontece no Sacramento do Batismo, destacou o Pontífice. “É o Espírito Santo, que recebemos no batismo, que nos leva a dizer a Deus Pai”.

O Santo Padre afirmou que “ser filho de Deus” é o maior presente que as pessoas receberam do Mistério Pascal de Jesus. “Deus nos trata como filhos, nos compreende, nos perdoa, nos abraça, nos ama, mesmo quando cometemos erros”.

Entretanto, explicou o Papa, essa relação filial com Deus é como um tesouro que deve ser alimentado todos os dias, ouvindo a Palavra do Senhor, na oração, na participação dos sacramentos, especialmente a confissão, a Eucaristia e a caridade.

“Nós podemos viver como filhos. E esta é a nossa dignidade. Isso significa que, a cada dia, deixamos Cristo nos transformar e nos tornar semelhantes a Ele; significa tentar viver como cristãos, para tentar segui-lo, mesmo vendo nossas limitações e fraquezas”, disse o Papa.

O Pontífice advertiu sobre a tentação, que está sempre à espreita, de deixar Deus de lado, e nos colocar no centro. A experiência do pecado, segundo ele, fere a vida cristã, a condição de “filhos de Deus”.

“Devemos ter a coragem da fé e não ser levado pela mentalidade que diz: ‘Deus não é necessário, não é importante para você’. É exatamente o contrário, só nos comportando como filhos de Deus, sem nos desencorajarmos por nossas quedas, sentindo-nos amados por Ele, a nossa vida será nova, animada pela serenidade e alegria. Deus é nossa força, é a nossa esperança”, ressaltou.

Ao final da Catequese, o Papa saudou os peregrinos presentes na Praça São Pedro, e pela primeira vez, fez uma saudação em espanhol aos fiéis provenientes da Espanha e dos países latino-americanos. De forma, especial aos seus conterrâneos do Club Atlético San Lorenzo de Almagro, de Buenos Aires, seu time de coração.

Fonte: http://papa.cancaonova.com

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Jovens Escoteiros comemoram o dia mundial do escoteiro fazendo um mutirão em prol da Lagoa do Apodi




O Dia Mundial do Escoteiro é comemorando em todo o mundo no dia 23 de abril. O movimento foi fundado pelo britânico Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, com o objetivo de tornar meninos cidadãos exemplares. O escoteiros tem diversos lemas, como "estar sempre alerta para ajudar o próximo e praticar diariamente uma boa ação".




Os escoteiros prezam a natureza e as atividades ao ar livre como exercícios, excursões e acampamentos, e têm como finalidade serem sadios para desenvolver noções de dever com a Pátria e para com o próximo.

O grupo de Escoteiros de Apodi 39/RN realizou neste dia 23 de Abril em comemoração ao DIA DO ESCOTEIRO um grande mutirão de limpeza da lagoa de nossa cidade, onde cada jovem membro fez sua parte para a preservação meio ambiente. Nossa mensagem para todos é "Vamos todos juntos para um mundo melhor".

Aelton Dhone - Diretor Presidente do grupo e a toda chefia.

A “tolerância” dos intolerantes: ativistas feministas agridem arcebispo de Bruxelas.





Esta não é a primeira vez que o arcebispo de Bruxelas, monsenhor Andre-Joseph Leonard, é agredido covardemente por integrantes dos novos movimentos sociais (que clamam por “tolerância”, mas, de tolerantes mesmo, não têm nada). Havíamos denunciado aqui, há dois anos, um ato de zombaria ao qual o prelado belga fora submetido, simplesmente por defender, como bispo católico, a doutrina moral da Igreja.
Hoje, o monsenhor Leonard foi mais uma vez agredido. O grupo extremista da vez é o Femen, conhecido por reunir mulheres histéricas que gostam de ficar nuas em lugares públicos. Recentemente, as “feminazis” invadiram a Catedral de Notre Dame, em Paris, comemorando a renúncia do Papa Bento XVI. Agora, o alvo é um purpurado católico. De acordo com O Globo, “o protesto foi contra a homofobia”.

As fotos são das agências AFP e Reuters. Todas foram editadas e devidamente tarjadas.
No fim da arruaça, “o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala”.

A “Biblioteca Ratzinger” e sua valiosa contribuição para a Igreja.

A intensa atividade intelectual de Joseph Ratzinger, antes e durante o pontificado, se reflete na publicação de inúmeros artigos, discursos e livros – nem todos traduzidos para o português – que transmitem uma visão espiritual da vida cristã, enaltecendo a importância de vivenciá-la em atos, gestos e palavras cotidianas.
Em geral, pode-se fazer uma distinção entre as obras do pensador Joseph Ratzinger e as do papa Bento XVI. Como cardeal, Ratzinger tenta esclarecer questões relacionadas à fé e ao seu impacto na vida das pessoas e da sociedade.
No período, a obra apontada como uma das mais sig­­nificativas é Introdução ao Cristianismo: preleções ao sím­bolo católico, série de conferências ministradas por Ratzinger durante um curso de verão em 1967, em Tubinga (Alemanha). “Segundo o teólogo Ratzinger– e, como papa, ele sempre reiterou esse aspecto –, o Cristianismo não é o encontro com uma ideia ou uma verdade abstrata ou conceitual, mas é o encontro com uma pessoa, que confere sentido à existência”.
A partir de 2005, quando assume o pontificado, as obras de Bento XVI adotam uma postura mais universal, tentando superar eventuais idiossincrasias acadêmicas. As três encíclicas, além das catequeses e alguns documentos, como a exortação Verbum Domini, sobre a palavra de Deus na vida e missão da Igreja, são exemplos representativos do período.
Outra forma de conhecer o pensamento de Bento XVI é se basear nos livros escritos sobre ele. O papa já foi retratado em diversas obras – algumas nem sempre condizentes com a realidade –, mas é o próprio Ratzinger quem oferece o retrato mais fiel de sua vida na autobiografia parcial” Lembranças da minha vida”, lançada no Brasil em 2006 e que cobre sua vida até 1977, quando se tornou arcebispo.
As entrevistas ao jornalista Peter Seewald, apresentadas nos livros O Sal da Terra e Luz do Mundo, também são uma boa fonte para conhecer um pouco mais da riqueza intelectual e da vida de Joseph Ratzinger.
Biblioteca Ratzinger
• Introdução ao Cristianismo: Preleções sobre o Símbolo dos Apóstolos (Loyola).
O livro analisa o problema da fé e do ateísmo, discutindo a fé em Deus, na Santíssima Trindade e na Igreja Católica. É definido pela escritora australiana Tracey Rowland, autora de Ratzinger’s Faith, como “o primeiro best-seller internacional” de Bento XVI.
• Introdução ao Espírito da Liturgia (Paulinas Portugal).
Apresenta a centralidade da ação litúrgica como fonte da vida eclesial, manifesta nos sacramentos em geral, principalmente na eucaristia.
• Sal da Terra (Imago) e Luz do mundo – O papa, a Igreja e os sinais dos tempos (Paulinas).
Dois livros-entrevista – o primeiro, ainda antes da eleição de Bento XVI; o segundo, já durante o pontificado – em que o papa responde a perguntas feitas pelo jornalista alemão Peter Seewald.
• Lembranças da minha vida (Paulinas).
Autobiografia parcial, que cobre os primeiros 50 anos da vida de Ratzinger. Recomendada pelo historiador Alex Catharino como “uma fonte mais confiável do que qualquer texto escrito por terceiros” sobre a vida pessoal de Bento XVI.
• Trilogia Jesus de Nazaré (Planeta).
Nos livros da série, Bento XVI conta a vida de Jesus a partir do Evangelho, desmontando muitas especulações sobre a figura de Cristo.
• Encíclicas Deus caritas est, Spe salvi e Caritas in veritate (várias editoras), também disponíveis no site do vaticano no endereço http://bit.ly/enciclicas
• Outras obras
Via-Sacra no Coliseu – Meditações e orações de Bento XVI (Paulinas) 
Palavras do papa Bento XVI no Brasil (Paulinas)
Os apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo (Planeta) 
A segunda primavera (Quadrante) 
Breve introdução ao catecismo da Igreja Católica (Santuário) 
Os amigos de Jesus (Thomas Nelson Brasil) – livro ilustrado para crianças
Natureza e missão da teologia (Vozes)
Perguntas e respostas (Pensamento) 
Deus Existe? (Planeta) – debate entre Ratzinger e o filósofo ateu Paolo Flores d’Arcais
Dogma e anúncio (Loyola) 
E o Verbo se fez carne – reflexões sobre o mistério do Natal (Ecclesiae) 
São Paulo – catequeses paulinas (Ecclesiae) 
Dialética da secularização – sobre razão e religião (Ideia e Letras) – debate entre Ratzinger e o filósofo Jürgen Habermas
Fé, verdade, tolerância (Raimundo Lulio)
Vocação para a comunhão (Vozes) 
A porta da fé (Paulus) 
No princípio Deus criou o céu e a terra (Principia) 
Os Padres da Igreja I: de Clemente Romano a Agostinho (Ecclesiae) 
Os Padres da Igreja II – de São Leão Magno a São Bernardo de Claraval (Ecclesiae) 
Abri as portas a Cristo – Meditações sobre João Paulo II (Lucerna) 
Os movimentos da Igreja (Principia) 
Paulo – Os seus colaboradores e as suas comunidades (Paulus) 
Pensamentos espirituais (Lucerna)
Fé e futuro (Principia) 
A fé em crise? (EPU) – entrevista dada pelo cardeal Ratzinger ao jornalista italiano Vittorio Messori

Livros sobre Bento XVI
• Joseph Ratzinger – Uma biografia (Quadrante), de Pablo Blanco.
• Meu irmão, o papa (Principia), de Georg Ratzinger.
• Chico e Bento: a vida de Bento XVI contada por um gato (Principia), de Jeanne Perego. Livro infantil que conta o cotidiano de Bento XVI a partir de seu gato de estimação

Fonte: Blog do Carmadélio

Comemoração pelo primeiro mês de Francisco


Superado o primeiro mês do pontificado de Francisco. Tem quem espera pelo menos 33 dias para respirar aliviado, recordando o curto e também entusiasmante pontificado de João Paulo I.
Tanta expectativa se explica pelos gestos e sinais que são lançados ao mundo pelo papa Francisco. Alguns deles ligados ao modo, poderíamos dizer, de um sacerdote ou bispo. Não faz nada de extraordinário, apenas fala e demonstra as características básicas de um pastor.
Celebração latina
Para comemorar o primeiro mês, a Comissão Pontifícia para a América Latina (CAL) teve a feliz ideia de celebrar em seu escritório, convocando diversos latino-americanos que ocupam cargos de responsabilidade na Cúria romana e no Vaticano.
Foi uma pausa ao meio dia para encontrar e sentir que o continente tem muito a colaborar, e nesse caso, o fez com um papa. Os esforços e trabalhos para manter viva a chama do cristianismo nas terras de Toribio de Mogrovejo, Rosa de Lima, Felix Varela, Juan Diego e Laura Montoya, são compensados hoje ao elevar uma figura que não é apenas um bom pastor, mas um verdadeiro filho da América Latina.
A ocasião foi propícia para o encontro dos cardeais Marc Ouellet e Giovanni Re, atual e ex-presidente da CAL, respectivamente. Também chegou à sede do Vaticano outro argentino presente no Conclave, Leonardo Sandri, e o vice-presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, o colombiano Octavio Ruiz Arenas.
Continente da Esperança
Durante a breve, mas significativa celebração, o Cardeal Ouellet expressou de maneira entusiasta o período em que conheceu o papa Francisco, a quem visita com frequência pela função que ocupa como prefeito da Congregação para os Bispos. Suas palavras demonstravam esperança e confiança no caminho que pode seguir o governo da Igreja.
Outros convidados participaram do evento, como os superiores maiores das congregações religiosas da América Latina e os reitores dos colégios pontifícios onde são formados os sacerdotes do continente. Na cordial reunião, estavam presentes trabalhadores da Cúria vaticana, provenientes das distantes terras.
A presença dos diplomatas que trabalham nas respectivas embaixadas e jornalistas latino-americanos que cobrem as informações da Santa Sé completou o grupo que participou da reunião.
Foi divulgado também um próximo evento organizado pela CAL para o mês de novembro no México. Esse vai reunir os bispos latino-americanos no santuário da Virgem de Guadalupe, para refletir sobre a Missão Continental em andamento.

Fonte: Zenit

terça-feira, 23 de abril de 2013


Nota de falecimento da mãe do padre Janedson





É com profundo pesar que a Diocese de Mossoró informa o falecimento da mãe do padre José Janedson, vigário da Paróquia de São Manoel. A senhora Josefa Soares faleceu aos 70 anos, na manhã de hoje, após uma grande luta contra o câncer.
O velório será na sua terra natal, município de Rafael Fernandes. O sepultamento será amanhã, às 15h, no cemitério da cidade.
Contamos com as orações de todos pela alma de dona Josefa e pelo conforto de familiares e amigos.

Fonte: Diocese de Santa Luzia

A Palavra de Deus para hoje..

'' A luz resplandece nas trevas.''

Jo 3, 19

Festa de São José Operário na Comunidade de Nova Descoberta












Fotos: Lidiane Morais

segunda-feira, 22 de abril de 2013

As mudanças no conceito de família e suas desastrosas consequências para a educação das crianças.




O debate em torno das novas propostas de família traz à tona uma questão que, muitas vezes, passa despercebida: a educação das crianças. O lar, conforme ensina o Papa Paulo VI, é “a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade”. A mãe e o pai, por conseguinte, têm não só o dever, mas também o direito de transmitir aos filhos aqueles tantos valores que convergem para uma correta compreensão da dignidade da pessoa humana. Portanto, esse direito dos pais é inegociável e não pode de maneira alguma ser usurpado ou vilipendiado.
Acontece, não raras vezes, de se chegar à conclusão de que a família, apesar de sua fundamental importância para a justa ordenação da sociedade, encontra-se sob constante ataque nas suas estruturas, seja por meio de ideologias, seja por ações do próprio Estado. Esses ataques nada mais são que uma ferramenta utilizada por governos totalitários, a fim de assumirem o controle da educação das crianças e, desse modo, solaparem a clareza do direito natural e suplantarem em seu lugar um novo padrão de comportamento. A técnica é muito bem apresentada na obra de Geoge Orwell, “A revolução dos bichos”, quando o Estado toma os filhotes de uma das personagens para educá-los e transformá-los em militantes do partido.
Ademais, o controle da educação das crianças é imprescindível para que o Estado consiga eliminar a fé da sociedade, pois a geração proveniente de uma escola sem valores dificilmente estará aberta aos ensinamentos da Igreja. Um caso emblemático de como esse tipo de política é danosa é a Suécia, onde as constantes ingerências do governo promoveram, de uma forma assustadora, a maior taxa de aborto em adolescentes de toda a Europa. As escolas foram transformadas em salas de bate-papo sobre sexo e os casos de estupros tiveram um aumento de 1000 porcento, como atesta Johan Lundell, secretário-geral do grupo sueco pró-vida Ja till Livet. Tudo ao arrepio da sociedade que, proibida de educar seus filhos em casa, vê-se obrigada a ter de escutar das crianças que os professores em sala de aula lhes perguntaram o que as excitavam.
Não obstante a esse exemplo lamentável da Suécia, a elite globalista, leia-se ONU e outras fundações internacionais, não perde a oportunidade de exigir das nações a implantação imediata de medidas contrárias à dignidade da família e da criança, como “casamento” gay e educação sexual. É dessa maneira que, ajudado pelo lobby dos meios de comunicação, o Governo aprova uma lei que obriga os pais a matricularem seus filhos nas escolas a partir dos quatro anos de idade. É dessa maneira que jornais de grande audiência no país colocam um sexólogo para discutir o que é ejaculação com crianças de 10 a 11 anos. Isso em plena luz do dia.
A mesma petulância vale para ridicularizar a fé, sobretudo a cristã, e intimidar aqueles que apresentem qualquer tipo de oposição. A título de exemplo, veja-se o caso de um aluno da Universidade Atlântica da Flórida, nos Estados Unidos, que após recusar-se a escrever o nome de Jesus em uma folha e depois pisar sobre ela, a pedido de seu professor, acabou se envolvendo em uma briga que resultou na sua expulsão. Em sua defesa, o professor alegou que o garoto o havia ameaçado e que, ao contrário das acusações, ele era “uma pessoa muito religiosa” e identificava a si mesmo “como um cristão”. Como se um verdadeiro cristão provocasse outro a blasfemar contra Cristo.
De toda essa questão, o que se está em jogo não é somente a educação das crianças. Isso é só a ponta do iceberg. O que se está em jogo é a própria organização da sociedade e a fé que a sustenta. Engana-se quem enxergue a situação como um “progresso”. A instituição familiar e, por conseguinte, todo o arcabouço que dá forma à reunião de todo o gênero humano, encontra-se ameaçado, na iminência da instauração de uma cultura da morte. Tudo isso graças a uma mentalidade contraceptiva que viu no divórcio uma falsa liberdade. Os filhos tornaram-se bens de consumo e o casamento, de Sacramento à mera união contratual e com prazo de validade, baseada em sentimentos espúrios.
Não! A família não é isso e nem pode ser. Assim, recobrar a genuinidade do matrimônio e a sua sacralidade é um passo fundamental para que a humanidade esteja verdadeiramente inserida na dignidade natural querida por Deus. O homem não se faz homem por si mesmo, mas por sua fidelidade inegociável ao modelo dado por Cristo.
Fonte: Blog do Carmadélio

A Palavra de Deus para hoje...

'' Eu sou a porta.''

Jo 10,9

sábado, 20 de abril de 2013


Santa Inês de Montepulciano

20 de Abril


A santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo.

Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus na vida mística.

Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitências e orações por elas. Aquele lugar de pecado, virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida.

Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.

Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Nunca vos deixeis invadir pelo desânimo! Homilia do Papa Francisco na Celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor


Cidade do Vaticano,  (Zenit.org) | 1280 visitas

Apresentamos a homilia do Santo Padre Francisco na Celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor.
1.  Jesus entra em Jerusalém. A multidão dos discípulos acompanha-O em festa, os mantos são estendidos diante d’Ele, fala-se dos prodígios que realizou, ergue-se um grito de louvor: «Bendito seja o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!» (Lc 19, 38).
Multidão, festa, louvor, bênção, paz: respira-se um clima de alegria. Jesus despertou tantas esperanças no coração, especialmente das pessoas humildes, simples, pobres, abandonadas, pessoas que não contam aos olhos do mundo. Soube compreender as misérias humanas, mostrou o rosto misericordioso de Deus e inclinou-Se para curar o corpo e a alma.
Assim é Jesus. Assim é o seu coração, que nos vê a todos, que vê as nossas enfermidades, os nossos pecados. Grande é o amor de Jesus! E entra em Jerusalém assim com este amor que nos vê a todos. É um espectáculo lindo: cheio de luz – a luz do amor de Jesus, do amor do seu coração –, de alegria, de festa.
No início da Missa, também nós o reproduzimos. Agitámos os nossos ramos de palmeira. Também nós acolhemos Jesus; também nós manifestamos a alegria de O acompanhar, de O sentir perto de nós, presente em nós e no nosso meio, como um amigo, como um irmão, mas também como rei, isto é, como farol luminoso da nossa vida. Jesus é Deus, mas desceu a caminhar connosco como nosso amigo, como nosso irmão; e aqui nos ilumina ao longo do caminho. E assim hoje O acolhemos. E aqui temos a primeira palavra que vos queria dizer: alegria! Nunca sejais homens emulheres tristes: um cristão não o pode ser jamais! Nunca vos deixeis invadir pelo desânimo! A nossa alegria não nasce do facto de possuirmos muitas coisas, mas de termos encontrado uma Pessoa: Jesusque está no meio de nós; nasce do facto de sabermos que, com Ele, nunca estamos sozinhos, mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando o caminho da vida é confrontado com problemas e obstáculos que parecem insuperáveis… e há tantos! E nestes momentos vem o inimigo, vem o diabo, muitas vezes disfarçado de anjo, e insidiosamente nos diz a sua palavra. Não o escuteis! Sigamos Jesus! Nós acompanhamos, seguimos Jesus, mas sobretudo sabemos que Ele nos acompanha e nos carrega aos seus ombros: aqui está a nossa alegria, a esperança que devemos levar a este nosso mundo. E, por favor, não deixeis que vos roubem a esperança! Não deixeis roubar a esperança… aquela que nos dá Jesus!
2. Segunda palavra. Para que entra Jesus em Jerusalém? Ou talvez melhor: Como entra Jesus em Jerusalém? A multidão aclama-O como Rei. E Ele não Se opõe, não a manda calar (cf. Lc 19, 39-40). Mas, que tipo de Rei seria Jesus? Vejamo-Lo… Monta um jumentinho, não tem uma corte como séquito, nem está rodeado de um exército como símbolo de força. Quem O acolhe são pessoas humildes, simplesque possuem um sentido para ver em Jesus algo mais; têm o sentido da fé que diz: Este é o Salvador. Jesus não entra na Cidade Santa, para receber as honras reservadas aos reis terrenos, a quem tem poder, a quem domina; entra para ser flagelado, insultado e ultrajado, como preanuncia Isaías na Primeira Leitura  (cf. Is 50, 6); entra para receber uma coroa de espinhos, uma cana, um manto de púrpura (a sua realeza será objecto de ludíbrio); entra para subir ao Calvário carregado com um madeiro. E aqui temos a segunda palavra: Cruz. Jesus entra em Jerusalém para morrer na Cruz. E é precisamente aqui que refulge o seu ser Rei segundo Deus: o seu trono real é o madeiro da Cruz! Vem-me à mente aquilo que Bento XVI dizia aos Cardeais: Vós sois príncipes, mas de um Rei crucificado. Tal é o trono de Jesus. Jesus toma-o sobre Si… Porquê a Cruz? Porque Jesus toma sobre Si o mal, a sujeira, o pecado do mundo, incluindo o nosso pecado, o pecado de todos nós, e lava-o; lava-o com o seu sangue, com a misericórdia, com o amor de Deus. Olhemos ao nosso redor… Tantas feridas infligidas pelo mal à humanidade: guerras, violências, conflitos económicos que atingem quem é mais fraco, sede de dinheiro, que depois ninguém pode levar consigo, terá de o deixar. A minha avó dizia-nos (éramos nós meninos): a mortalha não tem bolsos. Amor ao dinheiro, poder, corrupção, divisões, crimes contra a vida humana e contra a criação! E também – como bem o sabe e conhece cada um de nós-os nossos pecados pessoais: as faltas de amor e respeito para com Deus, com o próximo e com a criação inteira. E na cruz, Jesus sente todo o peso do mal e, com a força do amor de Deus, vence-o, derrota-o na sua ressurreição. Este é o bem que Jesus realiza por todos nós sobre o trono da Cruz. Abraçada com amor, a cruz de Cristo nunca leva à tristeza, mas à alegriaà alegria de sermos salvos e de realizarmos um bocadinho daquilo que Ele fez no dia da sua morte.
3. Hoje, nesta Praça, há tantos jovens. Desde há 28 anos que o Domingo de Ramos é a Jornada da Juventude! E aqui aparece a terceira palavra: jovens! Queridos jovens, vi-vos quando entráveis em procissão; imagino-vos fazendo festa ao redor de Jesus, agitando os ramos de oliveira; imagino-vos gritando o seu nome e expressando a vossa alegria por estardes com Ele! Vós tendes um parte importante na festa da fé! Vós trazeis-nos a alegria da fé e dizeis-nos que devemos viver a fé com um coração jovem, sempre: um coração jovem, mesmo aos setenta, oitenta anos! Coração jovem! Com Cristo, o coração nunca envelhece. Entretanto todos sabemos – e bem o sabeis vós – que o Rei que seguimos e nos acompanha, é muito especial: é um Rei que ama até à cruz e nos ensina a servir, a amar. E vós não tendes vergonha da sua Cruz; antes, abraçai-la, porque compreendestes que é no dom de sino dom de si, no sair de si mesmo, que se alcança a verdadeira alegria e que com o amor de Deus Ele venceu o mal. Vós levais a Cruz peregrina por todos os continentes, pelas estradas do mundo. Levai-la, correspondendo ao convite de Jesus: «Ide e fazei discípulos entre as nações» (cf. Mt 28, 19), que é o tema da Jornada da Juventude deste ano. Levai-la para dizer a todos que, na cruz, Jesus abateu o muro da inimizade, que separa os homens e os povos, e trouxe a reconciliação e a paz. Queridos amigos, na esteira do Beato João Paulo II e de Bento XVI, também eu, desde hoje, me ponho a caminho convosco. Já estamos perto da próxima etapa desta grande peregrinação da Cruz. Olho com alegria para o próximo mês de Julho, no Rio de Janeiro. Vinde! Encontramo-nos naquela grande cidade do Brasil! Preparai-vos bem, sobretudo espiritualmente, nas vossas comunidades, para que o referido Encontro seja um sinal de fé para o mundo inteiro. Os jovens devem dizer ao mundo: é bom seguir Jesus; é bom andar com Jesus; é boa a mensagem de Jesus; é bom sair de nós mesmos para levar Jesus às periferias do mundo e da existência. Três palavras: alegria, cruz, jovens.
Peçamos a intercessão da Virgem Maria. Que Ela nos ensine a alegria do encontro com Cristo, o amor com que O devemos contemplar ao pé da cruz, o entusiasmo do coração jovem com que O devemos seguir nesta Semana Santa e por toda a nossa vida. Assim seja.
 Fonte: Zenit